sábado, 6 de junho de 2009

Nao percebo mais a ironia em questão um simples derrame e uma unica questão, para um acontecimento tão grandioso que traga tanta imensidão, ao paralelo que é o óbvio aos olhos do ignorante, então nao entendo porque insisto em desistir de saber esta equação de bestialidades que frequentam este bar de tantas igualdades e nao sei porque insisto em dizer que nao percebo quando eu claro como os outros entendo, que se nao fosse esta simples rivalidade de tanta personalidade, eu seria teu e tu serias meu, eu seria tua e tu serias minha, entao a paixão que se nutre por compaixao? nao seria mais do que um silencio inocente de palavras derramadas em semblante, como aquele que se diz perdido e errante, quando entra neste estranho jogo de expressão e nao percebe que depressa se seduz a encontrar a resposta facil ao desaparecimento de um desejo que se consome em gritos e afunda em versos, versos estes que seguem a ordem do derrame ,este que por sua vez nao faz o que haje mas o que diz em magia ou numa sinfonia eu perdi a palavra, a expressao e a dicçao, para que minhas maos fossem possuidas por palavras sem fardo que se consomem, em fundo e tarde numa imensidão... numa simples palavra eu resumi? eu ditei? ou fui eu comandado a escrever? eu desisto eu mantenho... a sanidade, minha escolha!